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Piscinas Litro a Litro (Nilson Maierá) - SUMÁRIO

foto de Combinação de vários registros

1. CLASSIFICAÇÃO DAS PISCINAS

1.1 Uso 1.1
1.2 Suprimento de água 1.1
1.3 Finalidade 1.1
1.4 Condicionamento de temperatura 1.2
1.5 Características químicas da água 1.2
1.6 Recinto 1.2
1.7 Construção 1.2
1.8 Classificação do autor quanto ao uso das piscinas 1.2
1.9 Classificação do autor quanto à finalidade das piscinas 1.3
1.10 Finalidade das classificações 1.4

2. TIPOS DE PISCINAS

2.1 Estrutura das piscinas 2.1
2.2 Impermeabilização 2.2
2.3 Proteção e acabamento 2.2
2.4 Tipos de piscinas no mercado 2.3
2.5 Fatores a considerar na escolha do tipo de piscina 2.6

3. DETERMINAÇÃO DA ÁREA E DO VOLUME

3.1 Finalidades da área da piscina 3.1
3.2 Finalidades do volume da piscina 3.1
3.3 Cálculo da área da piscina 3.1
3.4 Determinação da profundidade média 3.2
3.5 Cálculo do volume da piscina 3.2
3.6 Precisão no cálculo do volume 3.2
3.7 Outros fatores além do volume 3.2
3.8 Tratamento em duas etapas 3.2
3.9 Determinação das áreas das piscinas de formato irregular 3.2

4. SISTEMAS DE RECIRCULAÇÃO E TRATAMENTO

4.1 Ralos de fundo 4.2
4.2 Coadeiras 4.3
4.3 Transbordamento perimetral - borda infinita 4.5
4.4 Borda infinita 4.6
4.5 Bocais de aspiração 4.11
4.6 Bocais de retorno 4.11
4.7 Tubulações hidráulicas 4.12
4.8 Visores de lavagem 4.15
4.9 Medidores 4.16
4.10 Exemplos corretos de distribuição de dispositivos de sucção e retorno 4.16

5. CASA DE MÁQUINAS

5.1 Requisitos importantes 5.1
5.2 Problemas freqüentemente encontrados nas casas de máquinas 5.1
5.3 Recomendações para a construção de uma casa de máquinas 5.2
5.4 Recomendações para a tubulação hidráulica no interior da casa de máquinas 5.3
5.5 Casa de máquinas já existente 5.4
5.6 Temas polêmicos 5.4

6. MOTOBOMBAS

6.1 Bomba 6.1
6.2 Acoplamento da bomba ao motor 6.2
6.3 Dimensionamento da bomba 6.2
6.4 Algumas considerações para bombas pequenas 6.4
6.5 Motor 6.4
6.6 Características dos motores utilizados em bombas de piscinas 6.5
6.7 Grau de proteção 6.6
6.8 Precauções com os motores 6.6
6.9 Regime de funcionamento 6.6
6.10 Características, grandezas e unidades mais importantes em motores 6.6
6.11 Influência da tensão elétrica no desempenho do motor 6.8
6.12 Dados importantes dos motores 6.9
6.13 Eficiência das motobombas 6.10
6.14 Fórmulas úteis usadas em bombas 6.10

7. PROBLEMAS NAS MOTOBOMBAS E PROVÁVEIS SOLUÇÕES

7.1 Defeitos mais comuns encontrados em bombas 7.1
7.2 Defeitos mais comuns encontrados nos motores 7.4

8. FILTRAÇÃO

8.1 Turbidez da água 8.1
8.2 Fatores que influenciam na filtração 8.1
8.3 Reconstituição do meio filtrante 8.3
8.4 Diluição consecutiva 8.3
8.5 Filtros e bombas 8.4
8.6 Tamanho dos filtros e bombas 8.4

9. PRÉ-FILTROS

9.1 Acoplamento 9.1
9.2 Construção 9.1

10. FILTROS DE AREIA

10.1 Precauções em relação aos filtros de areia 10.2
10.2 Meio filtrante 10.2
10.3 Capacidade de retenção de partículas 10.3
10.4 Taxa de filtração 10.3
10.5 Manobra com os filtros 10.3
10.6 Regeneração do meio filtrante 10.3
10.7 Tamanho dos filtros 10.4
10.8 Formas dos filtros 10.4
10.9 Posicionamento dos filtros 10.4
10.10 Vantagens 10.4
10.11 Desvantagens 10.4
10.12 Cuidados 10.4
10.13 Desenvolvimentos recentes 10.4
10.14 Sistemas com filtros de areia de alta vazão 10.5
10.15 Combinação de filtros e bombas 10.5

11. FILTROS DE CARTUCHO

11.1 Precauções em relação aos filtros de cartucho 11.1
11.2 Meio filtrante 11.2
11.3 Capacidade de retenção de partículas 11.2
11.4 Taxa de filtração 11.2
11.5 Manobras com os filtros 11.2
11.6 Regeneração do meio filtrante 11.2
11.7 Tamanho dos filtros 11.3
11.8 Vantagens 11.3
11.9 Desvantagens 11.3
11.10 Cuidados 11.3
11.11 Desenvolvimentos recentes 11.3

12. FILTROS DE DIATOMITA

12.1 Precauções em relação aos filtros de diatomita 12.2
12.2 Meio filtrante 12.2
12.3 Capacidade de retenção de partículas 12.2
12.4 Taxa de filtração 12.2
12.5 Manobras com os filtros 12.2
12.6 Regeneração do meio filtrante 12.2
12.7 Tamanho dos filtros 12.3
12.8 Vantagens 12.3
12.9 Desvantagens 12.3
12.10 Cuidados 12.3
12.11 Desenvolvimentos recentes 12.3
12.12 Considerações finais sobre os filtros de diatomita 12.3

13. PROBLEMAS NA FILTRAÇÃO E PROVÁVEIS SOLUÇÕES

13.1 Problemas na filtração não relacionados aos filtros 13.1
13.2 Tratamento da água deficiente 13.2
13.3 Problemas na filtração relacionados aos filtros 13.2
13.4 Outros 13.4

14. REGISTROS E VÁLVULAS

14.1 Registro de gaveta 14.1
14.2 Registro de esfera 14.1
14.3 Registro borboleta 14.2
14.4 Válvulas de três vias 14.3
14.5 Válvulas de retenção 14.4
14.6 Válvulas seletoras de quatro ou seis posições 14.4
14.7 Válvulas empurra-puxa 14.6

15. ACESSÓRIOS E EQUIPAMENTOS DE MANUTENÇÃO

15.1 Kit de teste 15.1
15.2 Termômetro 15.1
15.3 Cabo e cabo telescópico 15.1
15.4 Esfregão de náilon 15.2
15.5 Esfregão de aço inoxidável 15.2
15.6 Peneira rasa 15.2
15.7 Peneira funda 15.2
15.8 Aspirador 15.2
15.9 Mangueira do aspirador 15.2
15.10 Aspirador pelo efeito venturi 15.2
15.11 Pedra-pomes 15.4
15.12 Lixa 15.4
15.13 Esponja 15.4

16. LIMPEZA FÍSICA

16.1 Limpeza da capa 16.1
16.2 Limpeza do deck 16.1
16.3 Limpeza dos cestos da coadeira e do pré-filtro 16.1
16.4 Regeneração do meio filtrante 16.1
16.5 Limpeza física da piscina 16.1

17. LIMPEZA FÍSICA POR APARELHOS AUTOMÁTICOS

17.1 Aspiradores automáticos 17.2
17.2 Pulsadores agitadores 17.2
17.3 Pulsadores agitadores com efeito venturi 17.2
17.4 Pulsadores agitadores integrados à estrutura 17.3
17.5 Unidades independentes de limpeza (robô) 17.3

18. PROBLEMAS ENCONTRADOS NAS ÁGUAS DAS PISCINAS
E PROVÁVEIS SOLUÇÕES

18.1 Água verde turva 18.1
18.2 Água leitosa e turva 18.1
18.3 Água turva de forma genérica 18.1
18.4 Cheiro forte de cloro 18.2
18.5 Irritação nos olhos e na pele 18.2
18.6 Presença de algas aderentes 18.2
18.7 Presença de metais 18.2
18.8 Água turva e marrom (de origem não-metálica) 18.3
18.9 Água com sulfetos 18.3
18.10 Espuma na água 18.3
18.11 Infecções nos banhistas 18.3
18.12 Gordura na superfície da água 18.4
18.13 Borda suja 18.4
18.14 Fundo sujo 18.4
18.15 Presença de pequenos animais mortos 18.4

19. ÁGUA POTÁVEL E DA PISCINA

19.1 Água potável 19.1
19.2 Água da piscina 19.2
19.3 Características da água da piscina 19.4

20. CONTAMINAÇÃO DA ÁGUA DA PISCINA

20.1 Pelo ar 20.1
20.2 Pela água de alimentação 20.1
20.3 Por produtos químicos 20.1
20.4 Por produtos químicos provenientes de reações químicas 20.1
20.5 Por utilidades e equipamentos 20.2
20.6 Pelas vestimentas dos banhistas 20.2
20.7 Por animais 20.2
20.8 Pelo homem 20.2

21. CASOS ESPECIAIS DE CONTAMINAÇÃO

21.1 Fezes sólidas 21.1
21.2 Fezes líquidas - diarréia 21.2
21.3 Recomendações para a diminuição de infecções adquiridas na água 21.2
21.4 Tempo de desinfecção e concentração do cloro 21.3
21.5 Vômito 21.3
21.6 Sangue 21.3

22. DESINFECÇÃO E DESINFETANTE, OXIDAÇÃO E OXIDANTE

22.1 Desinfecção e desinfetante 22.1
22.2 Valor de contato 22.1
22.3 Outros fatores 22.1
22.4 Equivalência de desinfetantes 22.1
22.5 O uso do logaritmo 22.1
22.6 Radiação ultravioleta 22.2
22.7 Características dos desinfetantes 22.2
22.8 Oxidação 22.3

23. CONCENTRAÇÃO DAS SOLUÇÕES

23.1 Relação de volume com volume 23.1
23.2 Relação de massa com massa 23.1
23.3 Relação de massa com volume 23.2
23.4 Relação entre ppm e mg/l 23.2
23.5 Equivalências 23.2

24. PRODUTOS CLORADOS E A QUÍMICA DO CLORO

24.1 O conceito de cloro em piscinas 24.1
24.2 Como elimina os microrganismos 24.1
24.3 Sanitização e oxidação 24.2
24.4 Produção de cloraminas 24.2
24.5 Supercloração 24.2
24.6 Breakpoint 24.2
24.7 Descloração 24.4
24.8 Estabilização do cloro 24.5
24.9 Influência do pH na dissociação de ácido hipocloroso (HClO) 24.5
24.10 Definições de concentrações 24.6
24.11 Consumo 24.6
24.12 Vantagens 24.6
24.13 Desvantagens 24.6
24.14 Polêmica dos trihalometanos 24.7

25. HIPOCLORITO DE SÓDIO

25.1 Reação química na água 25.1
25.2 Pureza e cloro ativo 25.1
25.3 Vantagens 25.1
25.4 Desvantagens 25.1
25.5 Detalhes técnicos 25.1

26. HIPOCLORITO DE CÁLCIO

26.1 Reação química na água 26.1
26.2 Pureza e cloro ativo 26.1
26.3 Vantagens 26.1
26.4 Desvantagens 26.1

27. GÁS CLORO

27.1 Reação química na água 27.1
27.2 Pureza e cloro ativo 27.1
27.3 Vantagens 27.1
27.4 Desvantagens 27.1

28. HIPOCLORITO DE LÍTIO

28.1 Reação química na água 28.1
28.2 Pureza e cloro ativo 28.1
28.3 Vantagens 28.1
28.4 Desvantagens 28.1

29. CLOROS ESTABILIZADOS

29.1 Ácido cianúrico 29.1
29.2 Modos de estabilização 29.1
29.3 Polêmicas e concordâncias 29.2
29.4 Dicloro - NaCl2C3N3O3 29.4
29.5 Tricloro - Cl3C3N3O3 29.5

30. CÁLCULO ECONÔMICO DOS PRODUTOS CLORADOS
- DETERMINAÇÃO DA PORCENTAGEM DE CLORO ATIVO

30.1 Conhecimento da porcentagem de pureza 30.1
30.2 Reações de hidrólise 30.1
30.3 Determinação dos pesos moleculares 30.2
30.4 Determinação dos fatores de correção 30.2
30.5 Porcentagens de cloro ativo 30.3
30.6 Preços 30.3
30.7 Custo comparativo em função da porcentagem de cloro ativo e do preço 30.3
30.8 Custo comparativo final 30.4
30.9 Custos devido à correção do pH 30.4
30.10 Correção no custo pela decomposição do hipoclorito de sódio 30.5
30.11 Custos finais 30.5
30.12 Outras correções 30.5
30.13 Fatores subjetivos 30.6

31. GERADORES DE CLORO

31.1 Processo de batelada 31.1
31.2 Processo Brine 31.2
31.3 Processo contínuo 31.2

32. BROMO

32.1 Reação química com a água 32.1
32.2 Bromo na forma em que é utilizado nas piscinas 32.1
32.3 Reação de oxidação do bromo pelo cloro 32.2
32.4 Potencial de óxido-redução do cloro e do bromo 32.2
32.5 Dissociação do ácido hipobromoso em função do pH 32.2
32.6 Vantagens do bromo em relação ao cloro 32.2
32.7 Desvantagens do bromo em relação ao cloro 32.2
32.8 Bromaminas 32.2
32.9 Operação de oxidação 32.3
32.10 Concentração de bromo recomendada 32.3
32.11 Resistência aos raios ultravioleta 32.3

33. OZÔNIO

33.1 Ocorrência 33.1
33.2 Como elimina os microrganismos 33.1
33.3 Mecanismo de atuação 33.1
33.4 Desinfecção conjugada 33.1
33.5 Geração do ozônio 33.1
33.6 Tipos de geração 33.1
33.7 Local da geração e tipo de introdução 33.2
33.8 Componentes do sistema gerador de ozônio tipo corona 33.2
33.9 Transferência do ozônio 33.4
33.10 Valor de contato (CT) 33.4
33.11 Cálculo da concentração de ozônio 33.4
33.12 Tempo de contato 33.4
33.13 Influência do pH no potencial de oxirredução 33.4
33.14 Subprodutos 33.4
33.15 Unidade de produção e correlação com concentração na água 33.5
33.16 Reações do ozônio com o cloro 33.5
33.17 Vantagens 33.5
33.18 Desvantagens 33.7

34. IONIZAÇÃO

34.1 Ionizadores 34.1
34.2 Prata como germicida 34.2
34.3 Cobre como algicida 34.2
34.4 Concentrações recomendadas de prata e cobre na água 34.2
34.5 Medições das concentrações de prata e cobre 34.3
34.6 Como elimina os microrganismos 34.3
34.7 Poder oxidante 34.3
34.8 Temperatura da água 34.3
34.9 Manchas 34.3
34.10 Efeito na saúde 34.3
34.11 Durabilidade dos eletrodos 34.4
34.12 Vantagens dos ionizadores em relação ao cloro 34.4
34.13 Desvantagens dos ionizadores em relação ao cloro 34.4

35. BIGUANIDA POLIMÉRICA + OXIDANTE

35.1 Piscina sem cloro 35.1
35.2 Tratamento 35.1
35.3 Concentração recomendada 35.1
35.4 Teste 35.2
35.5 Como elimina microrganismos 35.2
35.6 Incompatibilidades 35.2
35.7 Características 35.2
35.8 Leis 35.2
35.9 Vantagens, principalmente em relação ao cloro 35.2
35.10 Desvantagens, principalmente em relação ao cloro 35.2

36. RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA

36.1 Produção de ultravioleta 36.2
36.2 Câmara de tratamento 36.2
36.3 Tipos de lâmpadas ultravioleta 36.2
36.4 Dosagem 36.3
36.5 Como elimina microrganismos 36.4
36.6 Dimensionamento 36.4
36.7 Fatores que afetam a performance da radiação ultravioleta 36.4
36.8 Vantagens 36.4
36.9 Desvantagens 36.4

37. BALANCEAMENTO QUÍMICO

37.1 Índice de saturação de Langelier 37.1
37.2 Tabela de conversão dos fatores 37.1
37.3 Água balanceada quimicamente 37.1
37.4 Variáveis do índice de Langelier 37.2
37.5 Índice de Hamilton 37.3
37.6 Exemplo de cálculos do índice de Langelier 37.3

38. pH

38.1 Como é expresso 38.1
38.2 Faixa ideal de trabalho 38.1
38.3 Conseqüências de um pH baixo (menor do que 7,2) 38.1
38.4 Conseqüências de um pH alto (maior do que 7,8) 38.1
38.5 Redução do pH 38.2
38.6 Aumento do pH 38.2
38.7 Fatores que influenciam no cálculo da correção do pH 38.2
38.8 Medição do pH 38.2
38.9 Produtos e quantidades para a correção do pH 38.2

39. DUREZA CÁLCICA

39.1 Como é expressa 39.1
39.2 Faixa ideal de trabalho 39.1
39.3 Conseqüências de uma dureza baixa 39.1
39.4 Conseqüências de uma dureza alta 39.1
39.5 Redução da dureza 39.2
39.6 Aumento da dureza 39.2
39.7 Fatores que influenciam no cálculo de correção da dureza 39.2
39.8 Medição da dureza 39.2
39.9 Produtos e quantidades para a correção da dureza 39.2

40. ALCALINIDADE TOTAL

40.1 Como é expressa 40.1
40.2 Faixa ideal de trabalho 40.1
40.3 Conseqüências de uma alcalinidade baixa 40.1
40.4 Conseqüências de uma alcalinidade alta 40.1
40.5 Redução da alcalinidade total 40.1
40.6 Aumento da alcalinidade total 40.2
40.7 Fatores que influenciam no cálculo de correção da alcalinidade total 40.2
40.8 Medição da alcalinidade 40.2
40.9 Produtos e quantidades para a correção da alcalinidade total 40.2

41. TEMPERATURA

41.1 Medição da temperatura 41.1
41.2 Onde medir 41.1
41.3 Temperatura e reações químicas 41.1
41.4 Temperatura e corrosão 41.1
41.5 Temperatura e desenvolvimento de microrganismos 41.2
41.6 Temperatura e eficiência dos desinfetantes 41.2
41.7 Temperatura e dissociação do ácido hipocloroso 41.2
41.8 Temperatura e perda de calor 41.2
41.9 Temperatura e índice de Langelier 41.2
41.10 Temperatura e ser humano 41.2
41.11 Temperatura do ar 41.3

42. TOTAL DE SÓLIDOS DISSOLVIDOS - TSD

42.1 Natureza dos sólidos 42.1
42.2 Especificações 42.1
42.3 Medições 42.1
42.4 Influência no índice de Langelier 42.1
42.5 Aumento do total de sólidos dissolvidos 42.1
42.6 Diminuição do total de sólidos dissolvidos 42.1
42.7 Consequências do alto teor de sólidos dissolvidos 42.2

43. TESTES DAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS

43.1 Problemas que podem ocorrer 43.1
43.2 Freqüência dos testes 43.1
43.3 Tipos de testes físico-químicos 43.1
43.4 Tipos de reagentes, segundo seu acondicionamento 43.5
43.5 Cuidados na execução dos testes 43.5
43.6 Precisão dos testes 43.6
43.7 Testes físico-químicos mais usuais em piscinas 43.6
43.8 Medições falsas 43.8
43.9 Vida de prateleira dos reagentes 43.8

44. PRODUTOS QUÍMICOS USADOS NO TRATAMENTO DA ÁGUA

44.1 Classificação dos produtos para piscinas 44.1
44.2 Estado físico dos produtos para piscinas 44.1
44.3 Embalagens 44.1
44.4 Tabelas dos produtos químicos 44.2
44.5 Outros (44.1.9) 44.2

45. CUIDADOS NO MANUSEIO E NO ARMAZENAMENTO
DE PRODUTOS QUÍMICOS

45.1 Cuidados com a segurança 45.1
45.2 Cuidados com a saúde 45.1
45.3 Cuidados com incêndios 45.1
45.4 Cuidados com as embalagens 45.2
45.5 Cuidados na armazenagem 45.2
45.6 Cuidados na medição dos produtos 45.2
45.7 Cuidado na observância das leis 45.2
45.8 Cuidados com os produtos clorados 45.2

46. CÁLCULO DAS QUANTIDADES DE PRODUTOS QUÍMICOS
PARA A CORREÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS

46.1 Base de cálculo 46.1
46.2 Volume utilizado para a base de cálculo 46.1
46.3 Produtos e parâmetros físico-químicos 46.1

47. INTRODUÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS E AUTOMAÇÃO

47.1 Manual 47.1
47.2 Semimanual 47.2
47.3 Semi-automática 47.2
47.4 Totalmente automatizada 47.5
47.5 Posicionamento dos aparelhos introdutores de produtos químicos 47.6
47.6 Automação física 47.7
47.7 Dispositivo de automação 47.7

48. ALGAS

48.1 Como chegam às piscinas 48.1
48.2 Crescimento 48.1
48.3 Inconvenientes 48.1
48.4 Tipos principais 48.1
48.5 Fosfatos 48.2
48.6 Fontes de fosfatos 48.2
48.7 Algicida e algistático 48.2
48.8 Tipos de algicida 48.2
48.9 Eliminação de algas verdes 48.3
48.10 Eliminação de algas mostarda 48.3
48.11 Eliminação de algas pretas 48.3
48.12 Último recurso 48.4

49. CUIDADOS COM AFOGAMENTOS

49.1 Cercas de Proteção 49.2
49.2 Capas de segurança 49.2
49.3 Abrigos 49.2
49.4 Alarmes 49.2
49.5 Aprendizado da natação 49.5
49.6 Uso de coletes 49.5
49.7 Brinquedos 49.5
49.8 Objetos 49.5
49.9 Vegetação 49.5
49.10 Providências que podem ajudar após a ocorrência do início do afogamento 49.5
49.11 Considerações sobre afogamento 49.6

50. CUIDADOS COM LESÕES TRAUMÁTICAS

50.1 Mergulho 50.1
50.2 Brincadeiras perigosas na piscina ou suas adjacências 50.3
50.3 Piscinas malprojetadas 50.3
50.4 Piscinas com grande afluxo de usuários 50.3

51. CUIDADOS COM RALOS DE FUNDO

51.1 Piscinas públicas e piscinas residenciais 51.2
51.2 Diferença entre grade e tampa 51.2
51.3 Como as pessoas ficam presas 51.2
51.4 Leis e normas em vigor 51.3
51.5 Organizações americanas 51.3
51.6 Como evitar acidentes no ralo de fundo 51.3
51.7 Piscina com um ralo de fundo 51.8
51.8 Outras atitudes de baixo custo que podem diminuir
os acidentes com ralos de fundo
51.8

52. CUIDADOS COM A ENERGIA ELÉTRICA

52.1 Conceitos de segurança elétrica 52.2
52.2 Cuidados elétricos para com os usuários 52.3

53. NOÇÕES DE MICROBIOLOGIA E TESTES MICROBIOLÓGICOS

53.1 Definições 53.1
53.2 Morte (em microbiologia) 53.2
53.3 Curva de mortalidade 53.2
53.4 Influência de fatores físico-químicos na mortalidade dos microrganismos 53.2
53.5 Quando devem ser feitos os testes microbiológicos 53.3
53.6 Porque os testes microbiológicos normalmente não são feitos
com microrganismos patogênicos
53.3
53.7 Características dos microrganismos indicadores 53.3
53.8 Retirada da amostra 53.4
53.9 Testes microbiológicos mais utilizados em águas de piscinas 53.4

54. DOENÇAS RELACIONADAS AO USO DAS PISCINAS

54.1 Proliferação dos microrganismos 54.2
54.2 Doenças dermatológicas mais comuns em usuários de piscinas 54.2
54.3 Doenças oftalmológicas e otorrinolaringológicas mais comuns em usuários de piscinas 54.3
54.4 Doenças gastrointestinais mais comuns em usuários de piscinas 54.5

55. CONSIDERAÇÕES E CUIDADOS PARA SE EVITAREM INFECÇÕES

55.1 Riscos 55.1
55.2 Gravidade 55.1
55.3 Anexos 55.1
55.4 Piscina 55.2
55.5 Higiene das instalações 55.2
55.6 Higiene dos usuários 55.2
55.7 Agentes portadores 55.2
55.8 Exame médico 55.3
55.9 Tipos de piscinas 55.3
55.10 Outras infecções 55.3
55.11 Outros agentes causadores 55.3
55.12 Estatísticas 55.3

56. CUIDADOS ESPECIAIS

56.1 Cuidados para com crianças e adultos 56.1
56.2 Cuidados não-relacionados diretamente às piscinas 56.1
56.3 Cuidados na manutenção 56.1
56.4 Cuidados operacionais 56.2

57. AVISOS

57.1 Informações gerais 57.1
57.2 Cuidados higiênicos 57.1
57.3 Cuidados para não incomodar ou ferir os outros 57.4
57.4 Cuidados para evitar acidentes 57.4
57.5 Cuidados por parte da gerência 57.4
57.6 Cuidados para casos de emergência 57.4

58. ILUMINAÇÃO SUBAQUÁTICA

58.1 Cor do acabamento interior das piscinas 58.1
58.2 Uniformidade 58.1
58.3 Tipos de iluminação 58.1
58.4 Iluminação convencional 58.1
58.5 Iluminação de fibra ótica 58.4
58.6 Iluminação LED - (light emitting diodes) 58.6

59. AQUECIMENTO

59.1 Considerações gerais 59.1
59.2 Ganho natural de calor 59.1
59.3 Perdas de calor 59.1
59.4 Fatores que influenciam as perdas de calor 59.2
59.5 Dimensionamento de um aquecedor 59.5

60. TIPOS DE AQUECEDORES E CUIDADOS

60.1 Diversas fontes energéticas 60.1
60.2 Fontes energéticas de maior interesse 60.1
60.3 Cuidados com os aquecedores 60.1
60.4 Bombas que enviam água para o aquecedor 60.2

61. AQUECEDOR ELÉTRICO CONVENCIONAL (DE RESISTÊNCIA)

61.1 Grau de periculosidade 61.1
61.2 Poluição ambiental e sonora 61.1
61.3 Rendimento 61.2
61.4 Preço 61.2
61.5 Preço em função da potência 61.2
61.6 Custo energético 61.2
61.7 Local de instalação 61.2

62. BOMBA TÉRMICA

62.1 Componentes principais 62.2
62.2 Grau de periculosidade 62.6
62.3 Poluição sonora e ambiental 62.6
62.4 Rendimento 62.6
62.5 Preço 62.6
62.6 Preço em função da potência 62.7
62.7 Custo energético 62.7
62.8 Local de instalação 62.7
62.9 Múltiplas unidades 62.7
62.10 Funcionamento em condições especiais 62.8
62.11 Catálogos 62.8

63. AQUECEDOR A GÁS - GLP E NATURAL

63.1 Gás liquefeito de petróleo 63.1
63.2 Gás natural 63.1
63.3 Componentes principais 63.2
63.4 Ligações hidráulicas e de gases 63.3
63.5 Grau de periculosidade 63.4
63.6 Poluição ambiental e sonora 63.4
63.7 Rendimento 63.4
63.8 Preço 63.4
63.9 Preço em função da potência 63.4
63.10 Custo energético 63.4
63.11 Local de instalação 63.4

64. AQUECEDOR SOLAR

64.1 Considerações gerais 64.1
64.2 Tipos de aquecedores 64.3
64.3 Variável auxiliar 64.3
64.4 Rendimento térmico (eficiência energética) 64.4
64.5 Exemplos de eficiência energética em aquecedores solares 64.5
64.6 Orientação e inclinação das placas solares 64.6
64.7 Local de instalação 64.6
64.8 Esquemas hidráulicos de aquecimento solar 64.7
64.9 Configuração dos coletores 64.8
64.10 Dimensionamento da bomba 64.8
64.11 Dimensionamento do número de coletores solares (placas ou painéis) 64.8
64.12 Pressão nos aquecedores 64.12
64.13 Controle automático 64.12
64.14 Influência do aquecimento solar e da capa térmica no período de uso da piscina 64.13
64.15 Vida dos aquecedores 64.14
64.16 Combinação do aquecedor solar com outros aquecedores 64.14
64.17 Problemas mais comuns nos aquecedores solares 64.15
64.18 Vantagens dos aquecedores solares 64.16
64.19 Desvantagens dos aquecedores solares 64.16

65. PROBLEMAS NAS BOMBAS TÉRMICAS E AQUECEDORES A GÁS
E PROVÁVEIS SOLUÇÕES

65.1 Uso incorreto do equipamento 65.1
65.2 Manuais e etiquetas 65.1
65.3 Cuidados 65.2
65.4 Diagnóstico de defeitos 65.2
65.5 Baixa performance 65.3
65.6 Problemas hidráulicos 65.4
65.7 Problemas específicos de bombas térmicas 65.4
65.8 Problemas específicos de aquecedores a gás 65.5

66. CÁLCULO DO CUSTO DO AQUECIMENTO

66.1 Vida útil do aquecedor 66.1
66.2 Custo de aquisição e instalação 66.1
66.3 Custo total operacional ou custo final 66.1
66.4 Cálculos dos custos energéticos 66.2
66.5 Fatores subjetivos 66.4
66.6 Um exemplo de cálculo de custo total 66.4

67. CAPAS

67.1 Tipos de capas 67.1
67.2 Perdas de calor 67.7
67.3 Finalidades secundárias 67.7
67.4 Cuidados com o uso das capas 67.8
67.5 Retirada e colocação das capas 67.8
67.6 Cuidados com as capas 67.9
67.7 Remoção da sujeira 67.10
67.8 Outros critérios de classificação 67.10

68. PISCINAS DE GRANDE PORTE

68.1 Aprovação do projeto e construção, permissão de funcionamento,
registro e fiscalização, interdições e multas
68.1
68.2 Detalhes construtivos do tanque da piscina 68.2
68.3 Detalhes construtivos da borda e do deck 68.4
68.4 Detalhes construtivos das entradas e saídas 68.7
68.5 Detalhes construtivos dos lava-pés 68.10
68.6 Detalhes construtivos da divisória de isolamento da área do tanque 68.10
68.7 Sistemas de recirculação e tratamento 68.10
68.8 Suprimento e esgotamento de água 68.19
68.9 Instalação elétrica, iluminação e ventilação 68.19
68.10 Número máximo permitido de banhistas 68.19
68.11 Qualidade da água 68.20
68.12 Casa de máquinas 68.20
68.13 Vestiários e instalações sanitárias 68.22
68.14 Sala e equipamento de pronto-atendimento (primeiros-socorros) 68.23
68.15 Operadores de piscina 68.24
68.16 Salva-vidas 68.24
68.17 Equipamentos de salvamento 68.27
68.18 Registros e periodicidade 68.27
68.19 Orientação e controle dos usuários 68.28

69. PISCINAS COBERTAS

69.1 Condições ideais 69.1
69.2 Cálculo da quantidade da massa de água evaporada 69.2
69.3 Controle da umidade relativa 69.3
69.4 Contaminação ambiental 69.5
69.5 Controle da poluição ambiental 69.5
69.6 Iluminação e acústica 69.6

70. PISCINAS COMPETITIVAS

70.1 Dimensões 70.1
70.2 Paredes da piscina 70.2
70.3 Canaletas de escoamento de água 70.2
70.4 Largura das raias 70.2
70.5 Raias 70.3
70.6 Plataformas de partida 70.3
70.7 Numeração 70.4
70.8 Indicadores de virada de costas 70.4
70.9 Corda de partida falsa 70.4
70.10 Temperatura da água 70.4
70.11 Nível da água da piscina 70.4
70.12 Iluminação 70.4
70.13 Marcações das raias 70.4
70.14 Equipamento para classificação, dispositivo de partida e painéis de toque 70.5

71. ECONOMIA EM PISCINAS

71.1 Água 71.1
71.2 Energia 71.5
71.3 Produtos químicos 71.7

72. FATORES DE CONVERSÃO DE UNIDADES

73. GLOSSÁRIO

74. BIBLIOGRAFIA

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